Oposição na Educação Conlutas
Diante dos ataques dos governos Lula, Vilma, Micarla e demais prefeitos contra a educação pública e os trabalhadores. Diante do anuncio de que vão dar um calote nos trabalhadores em educação por causa da Lei de Responsabilidade Fiscal, a Oposição CONLUTAS na Educação convoca a categoria a lutar.
Lembramos que Micarla não pagou o terço de férias, não cumpriu o acordo de 9,5% de reajuste para os professores, não concedeu as mudanças verticais (pós graduação) e horizontais (letra com avaliação de desempenho) e alega que ultrapassou o Limite da LRF(Lei de Responsabilidade Fiscal), que não pode aumentar os gasto com funcionários. Porém pode aumentar: em 10% os terceirizados; salário dos cargos comissionados; alugar ar condicionado por R$ 10.686 para o período de quatro meses e alugar por R$ 10.686 impressoras e copiadoras pelo período de seis meses através da Secretaria de Turismo. Pode fazer demagogia social com o dinheiro da educação (Programas Merenda em Casa, Fardamento e Caravana da Saúde), aí tem dinheiro e não implica LRF. Então Prefeita Micarla, diminua os salários dos cargos comissionados, acabe com as terceirizações que sobrará dinheiro.
Apesar da Direção do SINTE não ter pelo menos anunciado uma assembléia, nós afirmamos que é preciso construir uma greve geral no Estado, na Prefeitura de Natal e demais municípios.
Iniciar o ano letivo, quando os governos anunciam antes do inicio das aulas que não irão atender nossas reivindicações, é declarar que não vamos lutar, é sermos coniventes com os governos.
Vilma e Micarla anunciam Calote
A prefeitura de Natal ultrapassou em R$ 3,9 milhões o limite prudencial da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) no que diz respeito aos gastos com a folha de pessoal em 2009. Segundo a Prefeita Micarla e seu secretário de planejamento Augusto Viveiros, a Prefeitura está impedida por lei, de conceder vantagens, aumento, reajuste ou adequação de remuneração.
No Estado a situação não é diferente. A imprensa informou que o governo Vilma não fará investimento em pessoal este ano, porque as contas públicas já entraram no limite prudencial previsto pela Lei de Responsabilidade Fiscal. Em Ceará Mirim, São Gonçalo, Umarizal e demais municípios do Estado os prefeitos também se uniram a Vilma e Micarla contra os trabalhadores.
Ou seja, o que todos eles estão afirmando em alto e bom som, com todas as letras é que não haverá reajuste, não haverá cumprimento de acordo nem pagamento de nenhum direito, mesmo garantido por lei, para os trabalhadores dos serviços públicos, incluindo os professores.
Direção do SINTE dorme em “berço esplêndido”!
Diante de tantos ataques contra os trabalhadores e a educação pública patrocinados pelos governos de Lula, Vilma, Micarla e demais prefeitos, no início de 2010, a Direção do SINTE se comporta como se estivesse deitada “eternamente em berço esplêndido”.
A Direção não protesta, não emite opinião, ou seja, não convoca a categoria para a luta. O apoio da Direção do SINTE aos governos Lula e Vilma tem imobilizado a categoria. Nesse momento, quando os acordos eleitorais estão em construção até o PV, partido da Prefeita base aliada de Lula no Congresso Nacional poderá ser aliado da Direção do SINTE, caso venha fazer parte da ampla aliança em torno da Candidatura de Dilma, aqui no Estado. Os trabalhadores em educação, mais uma vez pagarão um preço alto pela adesão da Direção aos governos e partidos que retiram seus direitos.
Sindicato é para ser de luta e não ser pelego!
A Oposição CONLUTAS na Educação reafirma que o SINTE deve ser independente de governos e partidos, por isso, luta contra os ataques dos governos do PT e seus aliados da mesma forma que luta contra os governos da Oposição de direita do DEM e PSDB.
Afirmamos que é preciso manter vivas as reivindicações históricas dos trabalhadores em educação. Por isso é que lutamos por um Piso Salarial que inicie com o Salário mínimo do DIEESE, para jornada de 20 horas, com formação continuada.
Plano de Carreira e Salários é uma das mais importantes reivindicações dos trabalhadores, no entanto, os governos transformaram a exigência de Planos de Carreira em política que retira direitos, impede reajuste e reposição de salário. Defendemos uma revisão nos Planos de Carreira que inicie com o salário do DIEESE, jornada de 20 horas, com formação continuada e que sejam unificados com professores e funcionários. Nessa revisão que deverá ser feita nos Planos é dever da categoria lutar pelo fim da avaliação de desempenho, e no Estado, garantir que no ato da promoção vertical o profissional não seja prejudicado na promoção horizontal.
Se não lutarmos agora, o Piso Salarial e os Planos de Carreira, bandeiras de luta históricas se transformarão em políticas que irão retirar e impedir nossos direitos presentes e futuros.
Também não devemos abandonar a luta por reajustes e reposição de salário, nem nos acomodar com o fim da eleição para Diretores de escola promovido pela prefeita Micarla de Sousa.
TRAGÉDIA NO HAITI
Solidariedade sim, ocupação militar não!
O terremoto no Haiti comoveu o mundo. O governo haitiano já fala em mais de 200 mil mortos. A CONLUTAS convida todas as entidades, movimentos sociais e pessoas físicas a fazerem parte desta campanha de solidariedade ao Haiti para arrecadar fundos e entregá-los diretamente aos trabalhadores haitianos.
O primeiro depósito para os trabalhadores do Haiti foi de R$ 104.838,65 realizado em 05/02/2010. Até agora o montante arrecadado demonstra que todos os esforços estão sendo feitos para ajudar os trabalhadores do Haiti. Todos os valores serão revertidos para aos companheiros da Batay Ouvriye (Batalha Operária).
A cobertura das TVs mostra o terremoto, mas para justificar a ocupação do Haiti por tropas estrangeiras, esconde questões fundamentais.
É preciso que os trabalhadores brasileiros saibam que o número absurdo de mortes poderia ter sido evitado se a situação social do país fosse outra.
A brutal miséria haitiana se somou ao caos dos serviços do Estado (médicos, bombeiros, saneamento, energia elétrica), que já eram quase inexistentes.
A responsabilidade dessa situação não é dos haitianos, mas dos Estados Unidos, que controlam a economia do país há quase dois séculos. As multinacionais usam o Haiti para produzir roupas para o mercado norte-americano, pagando R$ 115 por mês aos trabalhadores. Eles têm de aceitar esse salário miserável, pois 80% da população está sem emprego. Ou seja, a miséria haitiana dá grandes lucros às multinacionais.
A ocupação das tropas brasileiras, que já dura quase seis anos, nada fez para melhorar a situação social do país. Não foram construídos hospitais, não foi ampliada a rede de esgotos nem o abastecimento de água.
As TVs também escondem o fracasso da “ajuda humanitária” dos governos, que não se vê, não se come e não se bebe, só se houve.
Os mesmos governos que foram capazes de dar 25 trilhões de dólares a bancos e empresas no auge da crise econômica, agora reservam alguns poucos milhões ao povo do Haiti.
A ONU disponibilizou 100 milhões de dólares, quando gastou 3,5 bilhões com a ocupação militar nestes quase seis anos. O governo Lula gastou 600 milhões de dólares com as tropas e oferece agora de 10 a 15 milhões. Um desastre internacional, que a TV não mostra.
A Campanha continua! Abaixo número da Conta
Favorecido: Coordenação Haiti
Banco d do Brasil
Agência: 4223-4
Conta: 8844-7
Secretaria Executiva Conlutas
A prefeitura de Natal ultrapassou em R$ 3,9 milhões o limite prudencial da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) no que diz respeito aos gastos com a folha de pessoal em 2009. Segundo a Prefeita Micarla e seu secretário de planejamento Augusto Viveiros, a Prefeitura está impedida por lei, de conceder vantagens, aumento, reajuste ou adequação de remuneração.
No Estado a situação não é diferente. A imprensa informou que o governo Vilma não fará investimento em pessoal este ano, porque as contas públicas já entraram no limite prudencial previsto pela Lei de Responsabilidade Fiscal. Em Ceará Mirim, São Gonçalo, Umarizal e demais municípios do Estado os prefeitos também se uniram a Vilma e Micarla contra os trabalhadores.
Ou seja, o que todos eles estão afirmando em alto e bom som, com todas as letras é que não haverá reajuste, não haverá cumprimento de acordo nem pagamento de nenhum direito, mesmo garantido por lei, para os trabalhadores dos serviços públicos, incluindo os professores.
Direção do SINTE dorme em “berço esplêndido”!
Diante de tantos ataques contra os trabalhadores e a educação pública patrocinados pelos governos de Lula, Vilma, Micarla e demais prefeitos, no início de 2010, a Direção do SINTE se comporta como se estivesse deitada “eternamente em berço esplêndido”.
A Direção não protesta, não emite opinião, ou seja, não convoca a categoria para a luta. O apoio da Direção do SINTE aos governos Lula e Vilma tem imobilizado a categoria. Nesse momento, quando os acordos eleitorais estão em construção até o PV, partido da Prefeita base aliada de Lula no Congresso Nacional poderá ser aliado da Direção do SINTE, caso venha fazer parte da ampla aliança em torno da Candidatura de Dilma, aqui no Estado. Os trabalhadores em educação, mais uma vez pagarão um preço alto pela adesão da Direção aos governos e partidos que retiram seus direitos.
Sindicato é para ser de luta e não ser pelego!
A Oposição CONLUTAS na Educação reafirma que o SINTE deve ser independente de governos e partidos, por isso, luta contra os ataques dos governos do PT e seus aliados da mesma forma que luta contra os governos da Oposição de direita do DEM e PSDB.
Afirmamos que é preciso manter vivas as reivindicações históricas dos trabalhadores em educação. Por isso é que lutamos por um Piso Salarial que inicie com o Salário mínimo do DIEESE, para jornada de 20 horas, com formação continuada.
Plano de Carreira e Salários é uma das mais importantes reivindicações dos trabalhadores, no entanto, os governos transformaram a exigência de Planos de Carreira em política que retira direitos, impede reajuste e reposição de salário. Defendemos uma revisão nos Planos de Carreira que inicie com o salário do DIEESE, jornada de 20 horas, com formação continuada e que sejam unificados com professores e funcionários. Nessa revisão que deverá ser feita nos Planos é dever da categoria lutar pelo fim da avaliação de desempenho, e no Estado, garantir que no ato da promoção vertical o profissional não seja prejudicado na promoção horizontal.
Se não lutarmos agora, o Piso Salarial e os Planos de Carreira, bandeiras de luta históricas se transformarão em políticas que irão retirar e impedir nossos direitos presentes e futuros.
Também não devemos abandonar a luta por reajustes e reposição de salário, nem nos acomodar com o fim da eleição para Diretores de escola promovido pela prefeita Micarla de Sousa.
TRAGÉDIA NO HAITI
Solidariedade sim, ocupação militar não!
O terremoto no Haiti comoveu o mundo. O governo haitiano já fala em mais de 200 mil mortos. A CONLUTAS convida todas as entidades, movimentos sociais e pessoas físicas a fazerem parte desta campanha de solidariedade ao Haiti para arrecadar fundos e entregá-los diretamente aos trabalhadores haitianos.
O primeiro depósito para os trabalhadores do Haiti foi de R$ 104.838,65 realizado em 05/02/2010. Até agora o montante arrecadado demonstra que todos os esforços estão sendo feitos para ajudar os trabalhadores do Haiti. Todos os valores serão revertidos para aos companheiros da Batay Ouvriye (Batalha Operária).
A cobertura das TVs mostra o terremoto, mas para justificar a ocupação do Haiti por tropas estrangeiras, esconde questões fundamentais.
É preciso que os trabalhadores brasileiros saibam que o número absurdo de mortes poderia ter sido evitado se a situação social do país fosse outra.
A brutal miséria haitiana se somou ao caos dos serviços do Estado (médicos, bombeiros, saneamento, energia elétrica), que já eram quase inexistentes.
A responsabilidade dessa situação não é dos haitianos, mas dos Estados Unidos, que controlam a economia do país há quase dois séculos. As multinacionais usam o Haiti para produzir roupas para o mercado norte-americano, pagando R$ 115 por mês aos trabalhadores. Eles têm de aceitar esse salário miserável, pois 80% da população está sem emprego. Ou seja, a miséria haitiana dá grandes lucros às multinacionais.
A ocupação das tropas brasileiras, que já dura quase seis anos, nada fez para melhorar a situação social do país. Não foram construídos hospitais, não foi ampliada a rede de esgotos nem o abastecimento de água.
As TVs também escondem o fracasso da “ajuda humanitária” dos governos, que não se vê, não se come e não se bebe, só se houve.
Os mesmos governos que foram capazes de dar 25 trilhões de dólares a bancos e empresas no auge da crise econômica, agora reservam alguns poucos milhões ao povo do Haiti.
A ONU disponibilizou 100 milhões de dólares, quando gastou 3,5 bilhões com a ocupação militar nestes quase seis anos. O governo Lula gastou 600 milhões de dólares com as tropas e oferece agora de 10 a 15 milhões. Um desastre internacional, que a TV não mostra.
A Campanha continua! Abaixo número da Conta
Favorecido: Coordenação Haiti
Banco d do Brasil
Agência: 4223-4
Conta: 8844-7
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