OPOSIÇÃO Conlutas csp NO SINTE REGIONAL/CURRAIS NOVOS/RN
O final do ano se aproxima e precisamos discutir questões de interesse da categoria. O ano termina com o resultado das eleições apontando para uma realidade nada favorável aos trabalhadores.
Continuidade de governo Geraldo Gomes –DEM e Milena Galvão por mais dois anos, final de governo Iberê, início de Governo Rosalba do DEM e continuidade do governo Lula com a eleição de Dilma Rousseff.
Os ataques aos trabalhadores irão continuar, haja vista, o processo de privatização dos serviços públicos municipais de forma indireta, ou seja, pela falta de um serviço universal e de qualidade, o risco de atraso de pagamento pelo governo Iberê, quatro a oito anos de governo neoliberal de Rosalba e Agripino e um forte ataque através de reformas iniciadas ainda esse ano pelo governo Lula e continuadas por Dilma a partir de 2011. Todos estão e estarão juntos para atacar os trabalhadores, principalmente através das reformas sindical e trabalhista, das reformas do sistema tributário e da Previdência Social, do avanço da privatização do SUS – Sistema Único de Saúde e de uma profunda redução dos gastos públicos (ajuste fiscal) que resultará no corte de verbas para os serviços públicos, congelamento e redução de salários.
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Por outro lado, a direção do Sinte-Regional de Currais Novos há décadas dirigida pelo mesmo grupo político CUT/PT se esgota num gigantesco burocratismo. A luta sindical não se resume apenas ao economicismo pregado por essa direção. É importante que o sindicato arranque conquistas de valorização salarial para a categoria.No entanto, só isso não basta. É necessário que haja dinamismo na forma de conduzir o nosso sindicato. A luta por melhores dias para a nossa categoria é uma luta também política. Nesse sentido o sindicato é uma escola para formação política e cultural de intelectuais orgânicos da classe trabalhadora. Isso está longe de acontecer sob esta direção.
Neste ano o sindicato organizou várias lutas locais, no entanto, os resultados foram pífios. É preciso ter uma direção que dê um norte político, que realmente organize a categoria, que vá as escolas e que dialogue com a base. É preciso transformar o Sinte num referencial de lutas, num espaço vivo de debates e com uma inserção cultural nos educadores. A direção do Sinte/Currais Novos até este momento não apontou para um calendário de lutas e de organização da base diante das derrotas impostas pelo atual prefeito. É preciso construir um amplo movimento que vá as bases da categoria e apresente propostas mais contundentes contra a atual administração municipal. Como por exemplo não começarmos o ano letivo de 2011 caso o prefeito não ceda. Mas para que isso aconteça é preciso que o a direção do Sinte aponte caminhos.
Por fim é necessário que a base fique atenta em relação a retirada dos delegados para o Congresso da CNTE que acontecerá em janeiro de 2011
Venha Para a oposição Conlutas ao Sinte/RN – Conlutas na Educação Contato mendes-neto2004@ig.com.br blog: http://mendigomolotov.blogspot.com/
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