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quarta-feira, 16 de outubro de 2013

PASSE LIVRE NATAL


Vejam quem foram os (as) vereadores (as) que votaram CONTRA o Passe-Livre e mantiveram o veto do Prefeito Carlos Eduardo!!

Após manobras regimentais por parte do lÍder do prefeito Julio Protásio, entrou para ser votado hoje, o veto do prefeito Carlos Eduardo, que chegou a Câmara nesta terça as 17h, foi distribuído aos vereadores hoje quarta as 11h e foi ao plenário as 14h, ou seja, para garantir um direito amplo para uma parte da população, foi preciso muita mobilização desde junho(quando o projeto foi protocolado) para que entrasse para ser votado. Agora quando se trata de diminuir os direitos ai a Câmara é bastante célere.

Segue a relação dos vereadores que mantiveram o veto do prefeito Carlos Eduardo ao PL do passe livre. Também os que se abstiveram ou estavam ausentes mas que contribuíram para que os estudantes de todos os níveis não tivessem esta vitória. Precisamos denunciá-los e seguir a campanha pelo passe livre irrestrito para os estudantes. Amanhã as 9h na Câmara, haverá uma audiência pública na rua onde se debaterá o passe livre, a campanha e os próximos passos.


A favor do veto(09)
Albert Dickson, Julio Protásio, Adão Eridan, Chagas Catirino, Dago, Felipe Alves, Julia Arruda, Junior Grafith, Eudiane Macedo;

Abstenção(06)
Aquino Neto, Aroldo Alves, Bertone Marinho, Eleika Bezerra, Dickson Jr, Ubaldo Fernandes;

Ausentes
Luiz Almir, Bispo Francisco.

sexta-feira, 22 de abril de 2011

CUT -CENTRAL ULTRAPASSADA DOS TRABALHADORES

ELIO GASPARI

O ocaso do sindicalismo emergente


Feito o acordo com os baronetes, a Camargo Corrêa anunciou que irá demitir 4.000 peões em Jirau

ALGUÉM FEZ PAPEL de bobo em Jirau. Na segunda-feira, milhares de trabalhadores aceitaram um acordo coletivo negociado pela empreiteira Camargo Corrêa com a CUT e o sindicato dos operários na construção civil de Rondônia. Horas depois, a empreiteira anunciou que demitirá 4.000 empregados. Fez papel de bobo quem achou que essas demissões não ocorreriam.
Na semana passada, o ministro Gilberto Carvalho, secretário-geral da Presidência, antecipara a degola, argumentando que a construtora contratara gente demais. Aquilo que durante a campanha eleitoral era crescimento do emprego, virou "contratação desenfreada".
Há um mês, os peões do PAC fizeram na Amazônia o maior movimento de trabalhadores das últimas décadas. Parados, mais de 30 mil operários das hidrelétricas de Jirau e Santo Antônio conseguiram um acordo emergencial que lhes deu 5% de aumento real e pagamento regular de horas extras. Poucos dias depois, receberam a maior demissão em massa ocorrida desde o massacre da Embraer, em 2009.
É direito da Camargo Corrêa dispensar quantos funcionários queira. Não é razoável, contudo, que o Ministério do Trabalho e a nobiliarquia sindical façam de conta que nada aconteceu.
Na noite de segunda-feira, o portal da Força Sindical dedicou 74 palavras ao assunto, contra 838 para uma greve grega. A CUT, nem isso. Destaque, só na página da Conlutas, ligada ao minúsculo PSTU, o Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado.
A justificativa da mudança de ritmo na obra pode ser sincera de parte da empreiteira, mas é capciosa quando vem do governo. Uma semana antes do quebra-quebra de Jirau, a presidente Dilma Rousseff pediu pressa nas obras das hidrelétricas da Amazônia.
Nenhum baronete das centrais sindicais perderia uma perna se pusesse a cara na vitrine, como fez Gilberto Carvalho (um petista histórico, formado na Pastoral Operária), sustentando que há lógica nas dispensas. O assunto foi tratado com o silêncio da floresta porque as obras estão no mato e os trabalhadores são peões. Se as demissões acontecessem numa grande cidade, degolando numa categoria com melhores salários e algum ativismo político, o barulho seria enorme.
Os baronetes do novo sindicalismo pregarão uma peça nos empresários que há anos veem neles exemplos de moderação. Ela poderá vir da mesma farinha que surpreendeu o andar de cima nos anos 70 com o surgimento dos metalúrgicos do ABC e de um barbudo chamado Lula.
Até então, federações, confederações e sindicatos de empregados variavam apenas na medida da docilidade. O peleguismo da ditadura ajudou a criar o PT. A nobiliarquia emergente começou a servir de tablado para a Conlutas e o PSTU.
Para ter uma ideia do que é essa novidade, seu programa defende o "rompimento com o FMI", a suspensão do pagamento da dívida pública, a expropriação de grandes empresas, reestatização daquelas que foram privatizadas, monopólio estatal do comércio exterior, bem como o congelamento de preços, tarifas e mensalidades escolares.
Tudo isso e mais reajuste mensal de salários.
Em 1980, quando o PT foi fundado, defendia coisa muito parecida.

domingo, 3 de abril de 2011

PSTU NOS BAIRROS - CINE MOVIMENTO





Na noite de sábado dia 03 de abril, o Partido Socialista do Trabalhadores Unificado PSTU de Currais Novos esteve no bairro José Bezerra em frente a casa dos companheiros Maxuel e Helena. Nesta noite foi exibido o filme de José Padilha Tropa de Elite 2. Após o filme os expectadores presentes debateram e avaliaram positivamente a proposta de levar o cinema para os bairros. Neste mesmo debate foi lembrado que aquela população continua a sofrer os mesmos problemas de abandono secular reservado a maioria dos trabalhadores que moram nas periferias das cidades sejam elas grandes ou pequenas como Currais Novos. Lá escultamos as reclamações rotineiras que já são do conhecimento de todos: falta de saneamento no bairro, falta de calçamento, creches, falta de médico e de uma boa educação para os seus filhos. O filme mostra uma realidade violenta e de extrema corrupção por parte de governantes, deputados e policiais. Critica aquilo que o autor chama de "o sistema" sem especificar bem o que seria isso. Ficou claro para os presentes que a corrupção política é um processo que começa nas eleições e que o tráfico de drogas é apenas a ponta de um gigantesco iceberg chamado capitalismo.


sexta-feira, 6 de agosto de 2010

PSTU na SBPC
Candidatos visitam estandes do evento
Durante todo o dia de ontem (30), os candidatos do PSTU/RN nestas eleições visitaram os estandes da SBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência) para prestigiar os trabalhos. O candidato ao Senado, Dário Barbosa, os candidatos a deputados federais, Bira Queiroz e Juary Chagas, e a candidata ao governo do Rio Grande do Norte, Simone Dutra, foram alguns dos que compareceram ao evento, realizado no campus da UFRN em Natal. José Mendes, vice na chapa do partido, também esteve presente.


O PSTU também participou da SBPC, junto ao estande da Casa do Cordel, com uma mesa da Editora e Instituto José Luis e Rosa Sundermann, que publica livros de teóricos marxistas sobre neoliberalismo, imperialismo, socialismo, mudanças no mundo do trabalho, opressões a minorias, pensamento social, sindicalismo, história do movimento operário e socialista.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010




Nominuto pergunta: "O que o candidato planeja para a educação do RN?"
Série continua com a resposta dos candidatos sobre educação no Estado.

A redação do portal Nominuto.com continua com a série especial esta semana com a discussão sobre educação no Rio Grande do Norte. A matéria faz parte da série que tem o objetivo apresentar aos nossos leitores as propostas e ações na educação para que os eleitores possam conhecer as ideias dos candidatos ao Governo do Estado.

Na terceira edição da série perguntamos aos candidatos: "O que o senhor (a) planeja para a educação do Rio Grande do Norte?". Na matéria a seguir, você confere as respostas dos sete candidatos ao Governo do Estado.

Leia:




Simone Dutra (PSTU) - Nos últimos anos, os governos de FHC e Lula aprofundaram o desmonte da educação pública em todos os níveis. No Rio Grande do Norte, os governos de Agripino, Garibaldi e Vilma, cada um no seu tempo, aplicaram todas as políticas neoliberais do FMI do e Banco Mundial, patrocinadas pelo Ministério da Educação. O resultado é o caos mostrado pela imprensa. Apesar do crescimento econômico, o RN tem péssimos índices na educação. Possui a 6ª pior taxa de analfabetismo, assinalada em 20% (PNAD,2008); ficou abaixo da média nacional na avaliação do IDEB com relação à qualidade de ensino da educação fundamental, é o primeiro na taxa de abandono escolar do Nordeste no ensino médio da rede pública, com 23,6%, bem acima da média nacional de 15,3% (UNICEF,2009). A crise da educação no RN se deve tanto ao governo federal quanto ao estadual. Em 2009 a União investiu menos de 3% do PIB em educação, apenas 2,88% do orçamento executado. Para pagamento de juros e amortizações da dívida pública aos banqueiros, destinou 35,57%, provando que a educação não é prioridade. Para reverter os baixos índices de desempenho da educação, é necessário investir 10% do PIB nacional em educação; construir novas escolas e restaurar as existentes; garantir equipamentos e material didático; melhorar a merenda escolar, estabelecer limite de 20 alunos por professor; realizar concurso público para acabar com o déficit de mais de seis mil professores e funcionários; respeitar os direitos trabalhistas dos profissionais em educação, como plano de cargos, carreira e salários; instituir o piso salarial reivindicado pela categoria, com salário mínimo inicial do DIEESE, no valor de R$ 2.092,36; formação profissional com afastamento do trabalho garantida pelo Estado; construir centros de educação profissionais, áreas de cultura e lazer, pólos esportivos com acompanhamento de profissionais nas áreas de saúde: odontologia, clínico geral, serviço social, psicológico; atividades de esporte, lazer e cultura.

domingo, 1 de fevereiro de 2009

DEBATE COM VALÉRIO ARCARY





Página inicial >> Especiais >> FÓRUM SOCIAL MUNDIAL 2009
site@pstu.org.br
Debate com Valério Arcary reúne 300 no acampamento da juventude
Priscila Duque, de Belém (PA)


Diego Cruz

Arcary defendeu a ruptura com o capitalismo como alternativa à crise• A Juventude do PSTU realizou nesse dia 28 de janeiro, segundo dia de Fórum Social Mundial, um debate com Valério Arcary, professor de História do CEFET e militante do PSTU. O tema do debate foi “Um mundo socialista é possível”, realizado no Restaurante Universitário da Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA), local onde está montado o Acampamento Internacional de Juventude. Participaram da discussão cerca de 300 ativistas, entre militantes e simpatizantes. A atividade teve início às 17 horas e disputou a atenção dos participantes com o alto som que vinha das atividades que aconteciam ao mesmo tempo no acampamento.Valério iniciou a discussão reforçando a gravidade da crise. “A crise pela qual o mundo capitalista passa não se compara a nada que tenha ocorrido no mundo desde a Segunda Guerra Mundial”, afirmou. O professor fez um apanhado histórico das transformações pelas quais a sociedade vem passando ao longo da história, fazendo um paralelo entre a crise de 1929 e a que vivemos hoje.Papel do reformismo e dos revolucionáriosUm aspecto importante que foi ressaltado é como se comportam as massas e as organizações políticas em um determinado contexto. “As reformas só ocorrem na iminência de uma revolução”, ressaltou Arcary para explicar como age a burguesia diante de uma grave crise. Quando falava sobre o contexto que passamos destacou que “as amplas massas perceberam que a crise está grave, que o desemprego já afeta os países centrais e já chegou ao Brasil com toda força”. Para Valério, o primeiro dever dos socialistas revolucionários é dizer que o capitalismo está levando a humanidade à destruição. “É possível sairmos do mundo da cobiça cega que carrega a sociedade ao abismo, precisamos construir um novo mundo, um mundo socialista”, defendeu. Porém alertou que nossa disputa não é somente com os capitalistas, precisamos nos diferenciar das organizações reformistas que confundem a consciência da classe trabalhadora e a faz acreditar que é possível a humanização desse sistema. Finalizando disse que quando os socialistas forem indagados sobre a solução para os problemas como a fome, o desemprego ou a desigualdade, precisam dar uma resposta muito simples: “é necessário romper, já fizemos a experiência com a lógica do capital e vimos que não deu certo, é preciso organizar a sociedade com base em outra lógica, uma que não seja a do lucro e da exploração” concluiu, sendo aplaudido pelos ativistas.
Veja o índice de artigos de Valério Arcary publicados no Portal do PSTU
Veja vídeo de Valério Arcary na abertura do I Congresso da Conlutas

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

pstu na tv

PSTU terá programa de TV no dia 15da redaçãoNa próxima quinta-feira, dia 15 de janeiro, às 20h30, o PSTU estará na TV e no rádio, exibindo o seu programa semestral, de cinco minutos. O programa deste semestre será dedicado à crise econômica e os impactos entre os trabalhadores. O partido irá mostrar que, apesar do discurso do governo, a crise já é uma realidade no Brasil, com redução da produção, férias coletivas e dezenas de milhares de demissões. O partido irá apresentar seu programa contra a crise, que parte da exigência de nenhuma demissão, estabilidade no emprego e estatização das empresas que demitirem. “Também usaremos nosso tempo na TV para denunciar a ajuda que o governo Lula está dando aos bancos e empresas. As empresas e multinacionais lucraram muito nos últimos anos e tem condições de manter os trabalhadores, sem demitir ou retirar direitos. Dar dinheiro para um Bradesco ou para a Vale serve apenas para garantir os lucros”, afirma Zé Maria, presidente do PSTU.Nos cinco minutos de programa, a idéia principal é de que os ricos paguem pela crise. A campanha dos sindicatos e da Conlutas terá espaço no programa, que irá mostrar a paralisação de Itabira (MG), contra as demissões na Vale, e as iniciativas dos metalúrgicos de São José dos Campos. Em meio à crise do capitalismo, o partido irá afirmar a atualidade do socialismo. “Que sistema é esse, que não tem dinheiro para combater a fome no mundo, mas envia 8 trilhões de dólares para as empresas”, afirma Zé Maria. “O socialismo é a única alternativa contra a barbárie capitalista, suas crises e guerras”, completa.O programa termina com uma homenagem ao povo palestino e a denúncia do genocídio que Israel está promovendo na Faixa de Gaza. O partido defende a retirada imediata das tropas e o fim do Estado de Israel.Programa Semestral do PSTUDia 15 de janeiro20h no rádio20h30 na TV.

pstu na tv


terça-feira, 13 de janeiro de 2009

protestos contra a agressão na faixa de Gaza

MASSACRE DE GAZA É TEMA DE PALESTRA NA OAB
O Comitê Potiguar de Solidariedade ao Povo Palestino promove nessa terça-feira (13.01.2009), às 18h00, no auditório da Ordem dos Advogados do Brasil – Secção do Rio Grande do Norte, uma palestra sobre a questão palestina, com o Professor Hanna Safieh, palestino radicado no Brasil. A palestra faz parte da programação de protesto contra o massacre que Israel vem promovendo na Faixa de Gaza, onde o exército e a aviação israelenses vêm bombardeando e matando a população civil, o que é considerado crime de genocídio.
Na sexta-feira o Comitê realizou um Ato Público de Solidariedade ao Povo Palestino no calçadão da Av. João Pessoa, em Natal-RN, no qual foram exibidas faixas com fotos de crianças, mulheres e idosos trucidados pelas tropas de Israel na Faixa de Gaza e cartazes e faixas pedindo o fim do genocídio do povo palestino. Durante o ato foi queimada uma bandeira de Israel diante dos mais de cem militantes de partidos políticos, sindicados, outras entidades e cidadãos.
Na ocasião Hanna Safieh criticou a forma como o massacre vem sendo tratado pelas autoridades, mostrando que as Nações Unidas levaram catorze dias para encontrar um texto muito fraco para abordar o assunto. O representante do povo palestino afirma que “não podemos criar uma filosofia de ódio”, defendendo que “temos de combater essa tendência, porque ideologia de ódio só traz mais ódio”.
Nota distribuída pelo PSTU afirma que “Os judeus foram o povo que mais sofreu os horrores da Segunda Guerra Mundial, com a política de limpeza étnica e de assassinatos em massa desferidos pelo Estado nazista alemão, com a qual milhões de judeus morreram nos campos de concentração, vítimas dos horrores da guerra.” Por outro lado, diz que “ao mesmo tempo em que é necessário reafirmar o repúdio aos crimes de guerra praticados pelo nazismo contra o povo judeu, é preciso também reconhecer que atualmente o que está sendo praticado pelo Estado de Israel contra o povo palestino se assemelha em muito ao método de eliminação física e limpeza étnica utilizado pelos nazistas na segunda guerra.”

Uma nota do Comitê Potiguar de Solidariedade ao Povo Palestino afirma que “Esses ataques de Israel ao Povo Palestino são parte integrante da política imperialista comandada pelos Estados Unidos da América no controle da região estratégica do Oriente Médio” e defende “uma tomada de posição clara do Conselho de Segurança da ONU condenando o genocídio e determinando que Israel cesse imediatamente a agressão”.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Ato contra a invasão na faixa de Gaza

Militante do PSTU de Currais Novos, profº Mendes do Capitão, participa de Ato público em Natal no Largo da João Pessoa em solidariedade ao povo Palestino da Faixa de Gaza. O Ato também é um repúdio ao Imperialismo Sionista na Região da Palestina.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

PROGRAMA DE TV E RÁDIO -PSTU

PSTU terá programa de TV no dia 15
da redação

Na próxima quinta-feira, dia 15 de janeiro, às 20h30, o PSTU estará na TV e no rádio, exibindo o seu programa semestral, de cinco minutos. O programa deste semestre será dedicado à crise econômica e os impactos entre os trabalhadores. O partido irá mostrar que, apesar do discurso do governo, a crise já é uma realidade no Brasil, com redução da produção, férias coletivas e dezenas de milhares de demissões.
O partido irá apresentar seu programa contra a crise, que parte da exigência de nenhuma demissão, estabilidade no emprego e estatização das empresas que demitirem. "Também usaremos nosso tempo na TV para denunciar a ajuda que o governo Lula está dando aos bancos e empresas. As empresas e multinacionais lucraram muito nos últimos anos e tem condições de manter os trabalhadores, sem demitir ou retirar direitos. Dar dinheiro para um Bradesco ou para a Vale serve apenas para garantir os lucros", afirma Zé Maria, presidente do PSTU.
Nos cinco minutos de programa, a idéia principal é de que os ricos paguem pela crise. A campanha dos sindicatos e da Conlutas terá espaço no programa, que irá mostrar a paralisação de Itabira (MG), contra as demissões na Vale, e as iniciativas dos metalúrgicos de São José dos Campos.
Em meio à crise do capitalismo, o partido irá afirmar a atualidade do socialismo. "Que sistema é esse, que não tem dinheiro para combater a fome no mundo, mas envia 8 trilhões de dólares para as empresas", afirma Zé Maria. "O socialismo é a única alternativa contra a barbárie capitalista, suas crises e guerras", completa.
O programa termina com uma homenagem ao povo palestino e a denúncia do genocídio que Israel está promovendo na Faixa de Gaza. O partido defende a retirada imediata das tropas e o fim do Estado de Israel.
Programa Semestral do PSTU Dia 15 de janeiro20h no rádio20h30 na TV

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

sábado, 8 de novembro de 2008

QUE OS RICOS PAGUEM A CONTA



SÃO PAULO - Manifestantes dos partidos Psol e PSTU e militantes de esquerda fazem protesto próximo ao hotel Hilton, onde acontece o encontro de ministros dos países do G20. Em faixas, eles pedem que "os ricos paguem a conta" pela crise financeira.

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Grandes empresas e banqueiros financiam as principais campanhas e ditam a política.

Nas eleições privatizadas, o PSTU se mantém independente, não aceita dinheiro da burguesia e realiza suas campanhas através das contribuições de ativistas, militantes e trabalhadores.
Esta realidade não é apenas das grandes cidades. A qui em Currais Novos acontece o mesmo esquema de compra de votos. Os grandes empresários apostam na continuidade dos sistemas oligárquicos. Enquanto isso, a população pobre da periferia, visitada apenas de dois em dois anos, sofre um cotidiano de humilhação, exploração e opressão. A revolta cresce silenciosamente nos corações dos mais humildes que começam a perceber que as eleições burguesas (dos ricos) não cumprem o papel de modificar suas vidas. Nós, do PSTU de Currais Novos não estamos participando formalmente destas eleições. Entretanto, estamos conversando com os trabalhadores e com a juventude, principalmente a mais explorada, alertando-a e conscientizando-a de que estas eleições não transformam suas vidas.
Somente a organização e a luta são os nossos instrumentos.

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

PSTU


POR QUE OPTEI PELO PSTU.

Estive dois anos afastado do me e dos movimentos sociais. Quando me afastei estava no PSOL compondo quadros da CST.

Fiquei alguns meses atuando como independente mas senti a necessidade de me organizar em um partido que fosse coerente e lutasse pela revolução e defendesse de verdade o socialismo. Então resolvi fazer uma análise de como anda a "esquerda brasileira".

Temos por um lado o PT que vem de um processo onde se tornou um partido de direita defendendo claramente interesses da burguesia e podemos perceber em episódios como o da reforma da previdência onde o que o PT fez foi aprovar diretrizes burguesas e não classistas e ainda agindo contra aqueles que votaram contra no caso os parlamentares que foram expulsos. O engraçado é que os envolvidos em processos de corrupção não foram imputados e estes que lutaram pelo povo foram expulsos. Realmente engraçada essa lógica do PT e da Articulação. Desde o primeiro mandato vimos que o governo Lula não é aquele de 1989 seu discurso mudou radicalmente fazendo com que faça a linha de Bush e do neoliberalismo.

O PSOL que começou por causa dessa expulsão de parlamentares feito pelo PT se auto intitulou um partido classista em defesa do povo e o abrigo da esquerda brasileira. Porém na prática a realidade tem sido outra. correntes deste partido tem dado um giro à direita fazendo com que este se torne um partido de centro esquerda. E ainda atuam de uma forma a isolar a CST e o CSOL e atuando de forma até oportunista. Há inclusive correntes do PSOL com cargos em prefeituras do PT e etc. E vemos nestas eleições o caráter oportunista de muitos militantes deste partido, vemos aliança com a direita em vários locais como no Amapá sendo vice do PSB e em Porto Alegre onde se aliaram com o PV,partido que aqui em Goiás sempre faz alianças com PSDB e DEM.. Neste contexto a CST acabou por perder diversos quadros para o PSTU. Pessoas assim como eu estavam descontentes com esse processo que o PSOL está envolvido.


Além destes pontos posso pontuar também a questão da UNE que há algum tempo deixou de representar verdadeiramente os estudantes e representar interesses de partidos e oportunismo carguista de outros.

A UNE há muito tempo não faz uma movimentação de fato e sim conchavos com a Rede Globo por exemplo. E por isso há a necessidade de se construir uma nova entidade que não seja governista, que não baixe a cabeça sendo capacho do Governo Federal e das políticas neo liberais de Lula e que lute contra a mercantilização do ensino superior, o Reuni, a Reforma Universitária que não trazem benefícios aos estudantes. Que lute verdadeiramente por uma universalização do ensino superior, por uma universidade que seja pública e que todos tenham acesso a esta.E também que defenda a internacional, o socialismo, a luta de classes e que seja realmente a vanguarda da verdadeira esquerda brasileira.

Faço um chamado a todos lutadores do PSOL que estão hoje na CST e no CSOL que rompam com este partido que tem se tornado pequeno burguês e entre para o PSTU e ajudem a construir um novo projeto para o Brasil.
Abraços,
Joaquim Xavier de Souza Neto.