Quanto menos comes, bebes, compras livros e vais ao teatro, pensas, amas, teorizas, cantas, sofres, praticas esporte, etc., mais economizas e mais cresce o teu capital. És menos, mas tens mais. Assim todas as paixões e actividades são tragadas pela cobiça. (Karl Marx) FILIE-SE AO PSTU DE CURRAIS NOVOS - PROCURE O PROFESSOR MENDES NO SEBO ENCANTO DO CORDEL POR TRÁS DA CENTRAL DE CURSOS OU NA ESCOLA ESTADUAL TRISTÃO DE BARROS(TARDE).
domingo, 22 de abril de 2012
ATO FOI REALIZADO PELA OPOSIÇÃO, PROFESSORES, PAIS E ALUNOS DO JOSÉ MELQUIADES E NÃO PELO SINDICATO!!!
sexta-feira, 22 de abril de 2011
CUT -CENTRAL ULTRAPASSADA DOS TRABALHADORES
Feito o acordo com os baronetes, a Camargo Corrêa anunciou que irá demitir 4.000 peões em Jirau |
segunda-feira, 14 de junho de 2010
CONLUTAS A FAVOR DOS APOSENTADOS CONTRA O VETO DE LULA
Por outro lado, a manutenção do fator previdenciário vai mostrar, mais uma vez, para quem Lula governa. Preocupado com as consequências da crise econômica mundial, o governo quer diminuir gastos com as aposentadorias para destinar mais dinheiro para salvar empresários e banqueiros da crise.
A Conlutas recolheu assinaturas contra o veto de Lula aos aposentados e exige que Lula sancione imediatamente o reajuste de 7,72% as aposentadorias e o fim do fator previdenciário.
Estamos nessa luta junto com os companheiros da Cobap (Confederação Brasileira dos Aposentados e Pensionistas). Nada mais justo dos que os aposentados brasileiros, que vem sofrendo uma tremenda desvalorização de suas aposentadorias, desde a desvinculação delas com o salário mínimo, tenham um reajuste de 7,72%. Nada mais justo do acabar com fator previdenciário que só prejudica a classe trabalhadora.
segunda-feira, 16 de março de 2009
conlutas
METALÚRGICOS DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS
Chapa da Conlutas vence com 69%e mantém sindicato na luta
Após passar a madrugada acompanhando a apuração, apoiadores comemoram a vitória. Maioria esmagadora dos metalúrgicos escolheu a Chapa 1, mantendo um sindicato combativo.
VEJA AS FOTOS DA COMEMORAÇÃO
Embraer assedia operários
Eleições começam com votação expressiva
Chapa 1, da Conlutas, enfrenta as empresas
Eleição é decisiva para a luta contra as demissões
Uma história marcada pelas lutas
Sindicalista fala sobre a greve da GM de 1985
Três chapas, dois projetos
'Luta em defesa do emprego fortalece a nossa chapa'
INFORMATIVO CONLUTAS
Estamos encaminhando, abaixo, o Informativo Diário da Conlutas Nacional com os seguintes temas:
1) Informe sobre eleição do Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos
2) Informe sobre campanha de reestatização da Embraer
3) Informe sobre o Ato Nacional Contra a Criminalização dos Movimentos Sociais e em Solidariedade à APRASC
4) Informe sobre vitória de terceirizados da Petrobrás
Um abraço,
Eliana
Secretaria Conlutas Nacional
1) Informe sobre eleição do Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos
Em vitória histórica, Chapa 1 da Conlutas vence eleição dos metalúrgicos em SJC com 69,08% dos votos
Apuração da eleição da nova diretoria do Sindicato dos Metalúrgicos acabou às 7h30 desta sexta-feira
[13/03] Na maior vitória de sua história, a Chapa 1, a chapa da CONLUTAS, venceu a disputa para a diretoria do Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos e região, na manhã desta sexta-feira, dia 13.
A Chapa 1, que reúne a maioria dos atuais diretores e também novos ativistas, venceu com 69,08% dos votos válidos, o equivalente a 7.126 votos.
A Chapa 2, da CUT, obteve 25,98% com 2.680 votos e a Chapa 3, da Força Sindical, teve 4,94% com 510 votos.
No total foram 10.585 votantes, sendo ainda 147 votos nulos e 122 brancos.
Foi uma votação histórica e recorde. A Chapa 1 venceu em todas as urnas disponibilizadas nas fábricas, sede e subsedes da categoria. É também a maior votação desde 1997.
Na GM, maior colégio eleitoral, a Chapa 1 ganhou com 63,25% dos votos (3.323). A Chapa 2 obteve 31,98% (1.680) e a Chapa 3 contou com 4,78% (251 votos). A fábrica da GM foi palco de uma das maiores disputas durante a atual gestão, com a luta contra o Banco de Horas, liderada pela atual diretoria e integrantes da Chapa 1.
Segundo um dos integrantes da Comissão Eleitoral, Ivan Trevisan, o processo eleitoral iniciado no ano passado foi marcado pela transparência, lisura e igualdade entre as chapas. "As três concorrentes participaram de todo o processo de forma democrática", disse.
Vivaldo Moreira, trabalhador da GM e encabeçador da Chapa 1 como presidente, falou ao final da eleição e iniciou lembrando que apesar de todos os ataques da patronal feitos à categoria no último período, os trabalhadores souberam dar a sua resposta.
"Os metalúrgicos querem o seu sindicato no caminho da luta e da defesa dos empregos, salários e direitos. Ficou demonstrado que os trabalhadores querem a continuidade de um sindicato combativo e classista", disse.
Vivaldo também lembrou que a eleição foi marcada por uma conjuntura diferente, em razão da crise econômica. "Mas durante a eleição não abandonamos a luta. Ao contrário, priorizamos a luta em defesa dos trabalhadores. Esse compromisso continua", concluiu.
Agora, a luta continua. A Chapa 1 vai manter o Sindicato no caminho da luta contra as demissões, em defesa da estabilidade no emprego, pela redução da jornada sem redução salarial, em defesa dos salários e direitos, pela reestatização da Embraer, entre outras reivindicações a favor dos trabalhadores.
Inclusive, na manhã desta sexta-feira acontece mais um episódio da luta em defesa do emprego. Uma caravana saiu do Sindicato em direção à Campinas para participar da audiência de conciliação no TRT que vai discutir sobre as 4.200 demissões feitas pela Embraer. O atual presidente do Sindicato, Adilson dos Santos, o Índio, e o secretário-geral, Luiz Carlos Prates, o Mancha, sairam mais cedo da apuração para ir junto com o ônibus que levou os trabalhadores ao TRT. Queremos a readmissão de todos os demitidos e a redução da jornada sem redução de salários, entre outras reivindicações.
Sindicato dos Metalúrgicos de SJCampos e Região
2) Informe sobre campanha de reestatização da Embraer
Ato na Câmara Municipal de SJC lança campanha pela reestatização da Embraer
Lançamento da campanha ocorreu durante ato que aconteceu hoje, na Câmara de São José
Cerca de 200 pessoas lotaram hoje o auditório Mário Covas, na Câmara Municipal de São José dos Campos, onde aconteceu um ato pela readmissão dos 4.270 demitidos da Embraer.
O evento também marcou o lançamento de uma campanha nacional pela reestatização da Embraer. Ao final do encontro, ficou definida a realização de uma reunião nos próximos dias para a formação de um comitê que irá desencadear nacionalmente a campanha.
Organizado pelo Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos e pela CONLUTAS, o ato contou com a participação de trabalhadores da Embraer e reuniu dezenas de entidades do movimento sindical, popular e estudantil, Pastoral Operária de São Paulo, centrais sindicais (Conlutas, Intersindical, CTB e CGTB) e partidos políticos (PSTU e PSOL).
Também estavam presentes Gilmar Mauro, da coordenação nacional do MST (Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra), o advogado Aderson Bussinger, que é conselheiro da OAB do Rio de Janeiro, e o vereador Tonhão Dutra, representando a bancada petista da Câmara.
Todos prestaram solidariedade aos trabalhadores da Embraer e declararam apoio à luta pela reversão das demissões e à campanha pela reestatização da empresa.
O secretário-geral do Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos, Luiz Carlos Prates, o Mancha, abriu o ato destacando que este era mais um passo da escalada de mobilização liderada pelos trabalhadores.
“A série de mobilizações feitas pelos trabalhadores da Embraer expressou a revolta dos demitidos e reacendeu o debate sobre a privatização da Embraer. Está mais do que na hora de tomarmos de volta o que é nosso. A Embraer precisa voltar para o povo brasileiro”, disse.
Na sequência, todos os discursos destacaram a importância da Embraer para a soberania nacional, sua produção e tecnologias estratégicas para o país, e criticaram a postura da empresa, que fez uma demissão em massa sem ter discutido alternativas com o Sindicato.
Foi lembrado que a Embraer foi privatizada por um valor irrisório (R$ 154 milhões) e, nos últimos 12 anos, já recebeu mais de R$ 19 bilhões em financiamentos do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). Ou seja, a empresa continua dependendo do dinheiro público e, portanto, deveria voltar a ser estatal. Foi destacado ainda que hoje a empresa está, em sua maioria, sob o controle de investidores estrangeiros.
Ao final dos discursos, os presentes agitaram bandeiras e gritaram palavras de ordem: “Essa unidade é pra lutar e a Embraer reestatizar!”.
Segundo José Maria de Almeida, da coordenação nacional da CONLUTAS, o ato foi uma demonstração da unidade que começou a ser construída na luta em defesa do emprego e do patrimônio e da soberania nacional. “O momento agora é de unir forças para ampliar esta campanha para todo o país e para exigir que o governo Lula implemente esta medida”, disse José Maria.
Para Júlio César da Silva, 39 anos, que trabalhou 20 anos na Embraer e foi um dos demitidos, o ato foi importante porque colocou em discussão a grande capacidade tecnológica da empresa, que hoje é utilizada em benefício de estrangeiros.
“Claro que minha principal luta é pela minha reintegração. Afinal, restando apenas 8 anos para me aposentar, eu dificilmente vou conseguir uma recolocação no mercado, neste período de crise. Mas também apóio a idéia da reestatização”, disse o demitido.
Além da reunião para criação do Comitê que encaminhará a campanha, a próxima atividade chamada pelas entidades é o Dia Nacional de Luta no dia 1º de abril, que terá mobilizações em todo o país.
3) Informe sobre o Ato Nacional Contra a Criminalização dos Movimentos Sociais e em Solidariedade à APRASC
Companheiros,
Nem a forte chuva que caiu sobre Florianópolis arrefeceu o ânimo e a disposição dos praças e bombeiros de Santa Catarina em protestar contra os ataques que esta categoria vem sofrendo por parte do governo daquele Estado.
Num dia de lutas, a capital catarinense contou com várias mobilizações, como a dos municipários e dos professores estaduais, além do ATO NACIONAL EM SOLIDARIEDADE À APRASC.
Partindo da Praça da Bandeira, mais de mil pessoas foram em passeata até o Quartel do Comando da Polícia Militar, onde aconteceu o ato. Diversas organizações nacionais, sindicatos, movimentos populares e centrais sindicais se fizeram presentes. Vários parlementares catarinenses e partidos políticos de esquerda também levaram seu apoio.
Em nome da CONLUTAS, destaquei o momento político que estamos vivendo, onde a crise do capital serve de argumento para os grandes empresários saquearem ainda mais o Estado e, sob a desculpa da crise, promovem demissões e mais ataques aos direitos dos trabalhadores. Este cenário se torna ainda mais favorável, quando tem o apoio de governos lacaios do capitalismo e muitas vezes corruptos, como é o flagrante caso de Santa Catarina, que conta com um governador eleito de forma ilegitima. Os praças e bombeiros de SC marcam uma página histórica na luta dos trabalhadores brasileiros, e por isso, devem contar com a solidariedade de todo o movimento social. Diante dos graves ataques que a APRASC vem sofrendo, devemos superar nossas diferenças políticas, e tratar de mobilizar o máximo possível para dar a estes valorosos companheiros todo o apoio que necessitam. Encerrei saudando com entusiasmo a luta das mulheres dos praças. Elas estavam acorrentadas em frente ao QG, demonstrando toda a sua garra e força nesta dura batalha. Viva as mulheres que lutam!
Esperamos que as forças políticas que se uniram neste momento, permaneçam atentas na defesa destes companheiros.
Florianópolis, 12/03/2008.
Erico Corrêa
4) Informe sobre vitória de terceirizados da Petrobrás
Terceirzados da Petrobrás conseguem a representação sindical pelo Sindicato dos Petroleiros/AL
A Justiça negou o recurso da empresa BSB contra a representação de seus funcionários pelo Sindicato dos Petroleiros. A empresa vinha se negando a reconhecer a representação sindical e a fazer o repasse das mensalidades dos associados ao Sindicato.
O Tribunal manteve a sentença, por unanimidade!
O voto do relator foi fundamentado no fato de que era perfeitamente possível a filiação dos trabalhadores da BSB ao Sindipetro porque, ao contrário do que afirmava a empresa, ficou provado nos autos que as atividades que ela exercia na área da Petrobras não eram de mera conservação e limpeza, mas sim atividades voltadas ao ramo petroquímico e assim, referidos trabalhadores integravam a categoria profissional por nós representadas.
A BSB foi condenada, ainda, ao pagamento de dano material ao Sindipetro, no valor de todas as mensalidades que ela deixou de repassar desde a data da filiação de cada trabalhador, com juros de 10% ao mês.
Essa vitória é muito importante, pois estão em andamento outros processos que de trabalhadores que reivindicam a representação pelo Sindicato.
A empresa ainda pode recorrer, mas será difícil o recurso ser conhecido uma vez que a decisão está embasada na prova produzida.
sexta-feira, 6 de março de 2009
CONLUTAS NACIONAL
Estamos encaminhando, abaixo, o Informativo Diário da Conlutas Nacional com os seguintes temas:
1) Informe sobre assassinato de líder do MTST no RJ e nota da Conlutas
2) Informes sobre a situação na Embraer
1) Informe sobre assassinato de líder do MTST no RJ e nota da Conlutas
Líder de Ocupação é assassinado na Zona Oeste do Rio.
Exigimos a apuração imediata do crime e punição aos criminosos!
No dia 4 de março, por volta das 7 horas, foi assassinado José Carlos de Moraes, conhecido por todos como Pepé. O corpo foi encontrado em frente à associação da Ocupação Terra do Sol, situada na Zona Oeste do Rio. Mesmo sem identificar o assassino, moradores dizem que Pepé foi chamado por um homem para uma conversa e depois foi achado seu corpo com três tiros, um na cabeça. Pepé estava à frente da luta pelo assentamento das famílias dessa ocupação e havia programado um ato em frente à Prefeitura para exigir o assentamento das famílias da Terra do Sol, tendo em vista que a prefeitura estava ameaçando de expulsão os moradores e o terreno estava sendo cogitado para empreendimentos especulativos.
Pepé era coordenador do MTST, participando do movimento desde sua fundação no Rio de Janeiro. Ele organizou a ocupação Paulo Freire com 700 famílias em 1998, a Ocupação Che Guevara em 1999 (ambas assentadas em 2001 em Sepetiba), além de realizar várias lutas, como a marcha da Zona Oeste ao Palácio das Laranjeiras, onde seguiu ao lado de outros companheiros por três dias a pé para dar visibilidade ao movimento e alertar a população para a luta em defesa de moradia.
Este crime bárbaro não é um problema individual ou da Ocupação Terra do Sol, é parte da perseguição e criminalização que sofre os movimentos sociais não somente no Brasil, mas em todo o mundo. O companheiro foi morto por arma silenciosa após seguir lutando em defesa das famílias do local, era atuante e estava articulando a resistência na Zona Oeste contra a expulsão das famílias ocupantes.
Convocamos todas as entidades e movimentos da Conlutas, demais organizações, movimentos sociais e ativistas a rechaçar esse crime e todas as perseguições sofridas pelos movimentos sociais.
Enviamos desde aqui nosso grande pesar aos familiares e companheiros de luta, somos solidários à luta por moradia. O companheiro tombou defendendo os interesses dos trabalhadores e ocupantes da Terra do Sol. Seguiremos presentes na nossa luta diária em defesa de terra, moradia e emprego para todos. Transformaremos nossa indignação em luta!
PELA APURAÇÃO E PUNIÇÃO DOS CRIMINOSOS!
CONTRA A CRIMINALIZAÇÃO DOS MOVIMENTOS SOCIAIS!
Abaixo, nota da Conlutas
Companheiro Pepé: Presente! Na luta por moradia, até o socialismo!
A Conlutas vem expressar o mais profundo pesar pela morte do companheiro José Carlos de Moraes, o Pepé. Líder da Ocupação Terra do Sol, na Zona Oeste do Rio e coordenador do MTST.
Aos familiares e companheiros em luto a nossa solidariedade. A nossa indignação se transforma em luta, para que, com todas as entidades comprometidas com a classe trabalhadora, exijamos do governo do Rio e autoridades a apuração imediata deste crime contra a nossa classe e a condenação dos mandantes e dos executores.
Este é mais um assassinato entre outros, que vem ocorrendo no Rio e em todo o país, seja no campo ou na cidade. Aqueles que nos exploram, nos tiram de nossas moradias, são também os nossos assassinos. Não esqueceremos deste acontecimento. As nossas lágrimas se tornarão em tormenta para os poderosos. Não vamos nos calar!
Companheiro José Carlos de Moraes, sua morte não será em vão. Seguiremos lutando por moradia ao lado dos movimentos sociais e por uma sociedade verdadeiramente socialista.
Este grito de dor se transformará em grito de liberdade.
Companheiros do MTST, da Ocupação Terra do Sol e familiares, contém conosco.
Companheiro Pepé, presente!
Até o socialismo, sempre!
04 de março de 2009.
CONLUTAS
2) Informes sobre a situação na Embraer
Brasília
Lula se compromete a pedir à Embraer que abra negociação com Sindicato
Presidente recebeu diretores do Sindicato, da CONLUTAS e trabalhadores demitidos na tarde desta quarta, no Palácio do PlanaltoO presidente Luiz Inácio Lula da Silva se comprometeu a entrar em contato ainda hoje, quarta-feira (4), com o presidente da Embraer, Frederico Fleury Curado, para pedir que a empresa abra negociação com o Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos.O presidente Lula recebeu, nesta quarta-feira, no Palácio do Planalto, representantes do Sindicato, da CONLUTAS e trabalhadores demitidos da Embraer que foram em caravana para Brasília. A reunião começou às 13h30 e durou cerca de uma hora. No encontro, o presidente do Sindicato, Adilson dos Santos, reafirmou a posição da entidade em defesa da readmissão dos 4.270 trabalhadores da Embraer, da reestatização da empresa, da estabilidade no emprego e da redução da jornada de trabalho sem redução de salário. A Embraer possui a maior jornada de trabalho entre as indústrias aeronáuticas em todo o mundo, com 43 horas semanais. O Sindicato defende a redução para 40 horas. É também a indústria com um dos menores salários do setor (3,7 dólares/hora), ocupando a 15ª posição em relação a outros países. É menor, ainda, que o salário médio pago pelas montadoras. Ao ouvir esses dados, informados pelos sindicalistas, o presidente Lula se disse surpreso com as informações e disse que vai “torcer” para que o resultado da audiência de conciliação desta quinta-feira, 5, no Tribunal Regional do Trabalho (TRT) de Campinas, mantenha a suspensão das demissões já deferidas, em liminar, pelo desembargador Luiz Carlos Cândido Martins Sotero da Silva, no último dia 27. A audiência está marcada para as 9h, no TRT de Campinas, em que será discutida a ação com pedido de anulação das 4.270 demissões ajuizada pela CONLUTAS, Força Sindical e Sindicatos dos Metalúrgicos de São José dos Campos e Botucatu.Ainda no encontro com Lula, os representantes do Sindicato apresentaram dados que comprovam que a Embraer não tem motivos para demitir. A empresa bateu recordes de faturamento e de lucros nos últimos anos e tem em caixa 3,6 bilhões de reais, o que permite pagar todos os seus funcionários por pelo menos dois anos. Em 2008, a Embraer teve um lucro de cerca de R$ 250 milhões e, para 2009, a expectativa é do crescimento do número de aeronaves a serem entregues.O Sindicato destacou ainda que a direção da Embraer investiu boa parte dos seus lucros e do gordo dinheiro do BNDES na especulação com derivativos. Levou um tombo de R$ 180 milhões de reais especulando, e agora quer passar a conta para os trabalhadores por meio das demissões e ainda receber mais dinheiro do governo.“Esperamos que, com a interferência do presidente Lula, a Embraer abra negociação para que as demissões possam ser revertidas. Existe um apelo de toda a sociedade para que a empresa readmita os trabalhadores. Se isto não ocorrer, vamos continuar nossa campanha de mobilizações em defesa do emprego”, afirma o presidente Adilson dos Santos. Além do presidente Lula e do presidente do Sindicato, Adilson dos Santos, também participaram do encontro o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Luiz Dulci, o coordenador da CONLUTAS e diretor do Sindicato dos Metalúrgicos de São José, Luiz Carlos Prates, o deputado federal Ivan Valente (PSOL) e quatro trabalhadores demitidos da Embraer.REUNIÃO NA CÂMARAO presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer (PMDB), também recebeu na tarde desta quarta-feira os representantes do Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos, Conlutas e trabalhadores demitidos da Embraer.Após ouvir os sindicalistas e trabalhadores, Temer disse que a Câmara se solidariza com a luta dos demitidos da Embraer e que também fará um apelo pedindo a manutenção dos empregos e a abertura de negociação entre a empresa e o Sindicato.Ele se comprometeu a enviar ainda hoje (dia 4), um telegrama para a direção da Embraer comunicando a posição da Câmara dos Deputados.A caravana de trabalhadores demitidos da Embraer, organizada pelo Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos e CONLUTAS, permanece em Brasília para outras reuniões com o Ministro do Trabalho, Carlos Lupi, e com o líder do governo na Câmara.
Departamento de Comunicação do Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos e Região
TRT DE CAMPINAS MANTÉM SUSPENSAS DEMISSÕES NA EMBRAERDesembargador marca nova audiência de conciliação
[05/03] O Tribunal Regional do Trabalho (TRT) determinou nesta quinta-feira, dia 5, que a suspensão das 4.270 demissões da Embraer seja prorrogada até o dia 13 de março, quando acontece uma nova audiência de conciliação entre a empresa e os Sindicatos dos Metalúrgicos de São José dos Campos e de Botucatu. A audiência aconteceu na manhã desta quinta-feira, dia 5, em Campinas e foi conduzida pelo presidente do TRT, desembargador Luiz Carlos Cândido Martins Sotero da Silva. Representantes do Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos, filiado à CONLUTAS, mostraram-se dispostos a negociar, mas a Embraer manteve-se inflexível e se recusou a apresentar qualquer proposta para reverter as demissões. Atendendo a determinação do TRT, a Embraer apresentou relatórios financeiros que, segundo seus representantes, justificariam as demissões. Já o Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos e a CONLUTAS apresentaram um estudo econômico com dados que comprovam exatamente o contrário. O documento foi juntado ao processo. Entre os dados citados no documento, retirados do site oficial da própria Embraer, a estimativa da empresa é que o faturamento de 2008 fique em torno de 10 bilhões de reais, repetindo os resultados recordes dos últimos anos. A empresa também tem em caixa 3,6 bilhões de reais, dinheiro suficiente para pagar os salários de todos os seus funcionários no mundo durante dois anos. A carteira de pedidos firmes da empresa continua em cerca de 20 bilhões de dólares e a cadência de produção em 2009 também será maior em relação a 2008, que já foi recorde. Outro dado citado: anualmente, a empresa distribui uma bonificação de R$ 50 milhões à sua Diretoria Executiva, Conselho de Administração e Conselho Fiscal, que somam apenas 26 pessoas. Portanto, é uma das demonstrações de que há espaço para cortar custos, sem que seja necessário demitir trabalhadores. “A Embraer teve lucros recordes. A queda alegada pela empresa é resultado de especulação irresponsável no mercado financeiro e, por isso, perdeu milhões nos chamados derivativos. É inadmissível que a ganância, irresponsabilidade e incompetência da direção da empresa provoque uma tragédia na vida de mais de 4 mil famílias”, afirma o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos, Adilson dos Santos, o Índio. Antes da próxima audiência, acontecerá uma reunião informal entre as partes, no dia 9 de março, às 15h, no gabinete do presidente do TRT. Caso a Embraer e os sindicatos não cheguem a um acordo nos próximos encontros, o caso seguirá para julgamento. Para o Sindicato, o resultado da audiência desta quinta-feira dá mais fôlego à luta pela readmissão dos trabalhadores da Embraer. “A audiência evidenciou mais uma vez a falta de disposição da Embraer para negociar e de desrespeito com os trabalhadores. Mas a mobilização vai continuar para que esta decisão de suspensão seja confirmada e a reintegração seja determinada imediatamente”, conclui Adilson dos Santos. Durante a audiência, manifestantes mantiveram-se em frente ao TRT. Eram principalmente trabalhadores demitidos da Embraer que estiveram em Brasília na quarta-feira e foram recebidos pelo presidente Lula. A caravana a Brasília, organizada pelo Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos e Conlutas, saiu na terça-feira, dia 3, de São José dos Campos. Parceira da Embraer demite 60 A empresa metalúrgica Sobraer, de São José dos Campos, demitiu na manhã desta quinta-feira 60 trabalhadores do primeiro turno. Há informações de que os cortes continuam no segundo turno. A Sobraer é fornecedora da Embraer, em São José dos Campos.
Atos em solidariedade aos trabalhadores da Embrae
O Sindicato dos Químicos de São José dos Campos/SP realizou assembléias com atraso de entrada de turno hoje com os trabalhadores da Johnson no 1º e no 2º turno em solidariedade aos trabalhadores demitidos da Embraer, que lutam pela anulação das demissões. Os trabalhadores da Johnson votaram por unanimidade solidariedade aos companheiros e atrasaram a entrada de turno em mais de uma hora. Haverá nova votação hoje à noite no 3º turno.Sindicato dos Químicos de São José dos Campos e região/SP
UM EXEMPLO À SER SEGUIDO!
TRABALHADORES DA CONSTRUÇÃO CIVIL DA OBRA DE MODERNIZAÇÃO E AMPLIAÇÃO DA REPLAN (Refinaria petrolífera de PAULÍNEA, Região de Campinas-SP) fazem dia de PARALIZAÇÃO EM APOIO AOS PETROLEIROS.
No dia de hoje cerca de 4000 trabalhadores da Construção Civil das obras de modernização e ampliação da Refinaria da Petrobrás, localizada em Paulínea-SP (REPLAN). Trata-se de uma paralisação em SOLIDARIEDADE à paralisação dos Petroleiros que exigem do governo LULA o pagamento da PLR referente ao ano de 2008. Esta atitude é um EXEMPLO que deve ser seguido por todos os trabalhadores de nosso país (e internacionalmente) para que possamos enfrentar as demissões e retirada de direitos que patrões e o governo tentam impor aos à nossa classe.
A luta dos petroleiros, a resistência dos trabalhadores da Embraer e a atitude dos companheiros da construção civil apontam o caminho que devemos trilhar para enfrentar esta crise e nesse sentido somam para fortalecer a construção de um dia nacional de lutas e mobilizações que varias organizações estão convocando para o 1 de Abril.
Estabilidade no Emprego já!
Reintegração imediata de todos os demitidos!
Todo apoio aos Petroleiros!
Reestatização da Embraer!
Que os Ricos Paguem pela crise!
SINDICATO DOS TRABALHADORES DA CONSTRUÇÃO CIVIL DE BELÉM
CORDENAÇÃO NACIONAL DE LUTAS
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
CNPJ n° 07887926/0001-96
Av. Rio Branco 762– 1° andar
Cidade Alta – Cep: 59.025-003 – Natal/RN
Tel. (0xx84) 3201-7375 - E-mail: cconlutasrn@yahoo.com.br
C O N V I T E
Companheiros (as)
o Prefeito Peixoto de Ceará Mirim há menos de 02 meses já mostra suas garras aos trabalhadores. Embora nós não esperássemos diferente. .Enquanto se cala diante do sucateamento e dos roubos da Ex prefeita, o delegado - prefeito tenta moralizar a cidade, cobrando serviços aos trabalhadores e ameaçando-os de demissão, sem falar nos salários de dezembro que não foram pagos.
Enquanto isso, há denúncia de corte de direitos como: Horas extras, férias e insalubridade. Diante disso, foi criado o Comitê Contra a Opressão Social e Política, com o objetivo de unificar todos os Servidores Municipais para fortalecer as lutas..Fazem parte deste comitê os agentes de saúde, os guardas municipais, os vigias e o SINTE. O lançamento do comitê aconteceu dia 06/02 e apontou várias atividades como: audiência conjunta, ida à imprensa e à Promotoria.
O inicio das atividades será amanhã, dia 13/02, com um um ato público á partir das 8 horas, no SAAE.
Neste sentido a Conlutas através do Sinte de Ceará Mirim e o Sindsaúde estadual convida todas as entidades para que possam comparecer e dar o seu apoio aos trabalhadores que estão sofrendo ataques do atual prefeito.
Na oportunidade queremos também comunicar que o Presidente Inácio Lula da Silva estará em um assentamento em Ceará Mirim para fazer a inauguração de um projeto de criação de Tilápias.
Esperando contar com a participação e solidariedade de todos(as), despedimino-nos antecipadamente.
COORDENAÇÃO NACIONAL DE LUTAS
CNPJ n° 07887926/0001-96
Av. Rio Branco 762– 1° andar
Cidade Alta – Cep: 59.025-003 – Natal/RN
Tel. (0xx84) 3201-7375 - E-mail: cconlutasrn@yahoo.com.br
C O N V I T E
Companheiros (as)
o Prefeito Peixoto de Ceará Mirim há menos de 02 meses já mostra suas garras aos trabalhadores. Embora nós não esperássemos diferente. .Enquanto se cala diante do sucateamento e dos roubos da Ex prefeita, o delegado - prefeito tenta moralizar a cidade, cobrando serviços aos trabalhadores e ameaçando-os de demissão, sem falar nos salários de dezembro que não foram pagos.
Enquanto isso, há denúncia de corte de direitos como: Horas extras, férias e insalubridade. Diante disso, foi criado o Comitê Contra a Opressão Social e Política, com o objetivo de unificar todos os Servidores Municipais para fortalecer as lutas..Fazem parte deste comitê os agentes de saúde, os guardas municipais, os vigias e o SINTE.
O lançamento do comitê aconteceu dia 06/02 e apontou várias atividades como: audiência conjunta, ida à imprensa e à Promotoria.
O inicio das atividades será amanhã, dia 13/02, com um um ato público á partir das 8 horas, no SAAE.
Neste sentido a Conlutas através do Sinte de Ceará Mirim e o Sindsaúde estadual convida todas as entidades para que possam comparecer e dar o seu apoio aos trabalhadores que estão sofrendo ataques do atual prefeito.
Na oportunidade queremos também comunicar que o Presidente Inácio Lula da Silva estará em um assentamento em Ceará Mirim para fazer a inauguração de um projeto de criação de Tilápias.
Esperando contar com a participação e solidariedade de todos(as), despedimino-nos antecipadamente.
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
CONLUTAS - OPOSIÇÃO SINTE-RN
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
debate
Convidamos das às entidades, lutadores e lutadoras para:
“A CRISE ECONÔMMICA E SUAS CONSEQUÊNCIAS”
Data: 13/11 (quinta-feira)
Local: Setor V auditório do NEPCSA Núcleo de Estudos e Pesquisas das Ciências Sociais Aplicadas (Goiabinha)
Hora: 18h
Debatedores:
Dario Barbosa de Melo (coordenador da Conlutas)
Plínio de Arruda Sampaio (PSOL)
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
SINTE CEARÁ MIRIM
Há muito tempo que a educação e outros serviços públicos na cidade de Cearamirim são tratados com descaso. São salários atrasados e defasados além do constante sucateamento dos serviços prestados a população. Com o fim das eleições essa situação se agravou ainda mais, Hoje o abandono da cidade é total.
Neste sentido os trabalhadores do Sinte-Regional em conjunto com outros setores estão organizando um ato publico com caminhada pelo centro para o próximo dia 13/11, por isso é muito importante o apoio e solidariedade de todos os trabalhadores com e entidade essa luta.
Local : Em frente ao SAAE
Hora: 8hs
CONLUTAS-RN NAS LUTAS!
CONLUTAS-RN NAS LUTAS
sábado, 16 de agosto de 2008
A todas as entidades:
Lutadores e lutadoras,
A Coordenação Nacional de Lutas – RN, convida todas as entidades sindicais, movimentos sociais, oposições e estudantes comprometidos com a independência de classe e a luta contra as reformas Neoliberais para inauguração da sua nova sede situada na A.v Rio Branco, 762, 1° andar, no próximo dia 8 de agosto sexta-feira a parti das 18h.
Coordenação Nacional de lutas - RN
A..v Rio Branco 762-1° andar
Cidade Alta- Cep 59.025-003-Natal/RN
Tel/Fax (0xx84) 3201-7375- E-mail: conlutasrn@conlutas.org.br
CONLUTAS-RN NAS LUTAS!
segunda-feira, 4 de agosto de 2008
GRAVE ATENTADO CONTRA A ORGANIZAÇÃO DOS TRABALHADORES
Sede da Conlutas em São José sofre atentado a tiros
Episódio é exemplo lamentável de gangsterismo sindical
[01/08] Sede da Conlutas em São José sofre atentado a tiros
A sede da Conlutas Vale do Paraíba, em São José dos Campos, foi alvo de um grave atentado à mão armada no final da tarde desta sexta-feira, 1º de agosto. Por volta das 18 horas, no local estava sendo realizada uma assembléia para fundação de uma Associação de Trabalhadores da Construção Civil.
Na sede da Conlutas, que fica em uma área pertencente ao Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos e região, estavam reunidos os trabalhadores terceirizados da Revap, refinaria da Petrobras.
Segundo testemunhas, cerca de 60 homens armados, alguns encapuzados, invadiram o local com gritos, ameaças e tiros. Houve quebra-quebra e as instalações da sede, móveis e três veículos do Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos, que estavam estacionados no local, foram depredados e alvejados. Um trabalhador foi baleado e levado ao Pronto Socorro da Vila Industrial.
Durante a invasão, nada de valor foi roubado. Apenas documentos relativos à fundação da Associação foram levados, tais como a ata e a lista de presença da assembléia.
Os fatos são de extrema gravidade. É um dos piores exemplos de gangsterismo sindical, em que a violência e o banditismo são utilizados contra os trabalhadores.
O objetivo da assembléia era a criação de uma nova organização dos
trabalhadores da construção civil, que, de certa forma, seria uma "ameaça" à representatividade do Sindicato da Construção Civil, filiado à CUT, e também às empresas prestadoras de serviço da Petrobras.
O sindicato cutista foi rechaçado pela categoria na recente greve de 31
dias, ocorrida de 16 de maio a 16 de junho. Os trabalhadores rejeitaram este sindicato na condução das negociações e criaram uma Comissão de Negociação, independente da entidade sindical.
Já a Petrobras e as empreiteiras têm feito uma forte perseguição aos
trabalhadores. As empresas decretaram locaute e iniciaram um processo de demissão em massa. A repressão atingiu o ponto alto com a invasão da Tropa de Choque na refinaria no dia 10 de julho.
A Conlutas e os trabalhadores terceirizados da Revap exigem o imediato esclarecimento sobre o papel do Sindicato da Construção Civil, filiado à CUT, neste acontecimento. Exigimos o mesmo em relação à Petrobras e ao consórcio de empreiteiras que realizam as obras de ampliação da refinaria.
Estamos diante de um grave crime que deve ser repudiado por toda a
sociedade. Cobramos dos governos Federal, Estadual e Municipal atitudes imediatas no sentido de identificar e punir os responsáveis por esse crime.
O direito de organização dos trabalhadores é garantido pela Constituição e é dever do Estado garanti-lo.
Este é mais um episódio lamentável da criminalização da luta e da
organização dos trabalhadores, que temos visto crescer em nosso país no último período. São os interditos proibitórios, a interferência do Estado e das empresas na organização dos trabalhadores (como demonstra a tentativa de dividir o Sindicato dos Metalúrgicos de São José com a criação um sindicato na Embraer), a demissão de dirigentes e ativistas sindicais e, agora, a utilização de jagunços armados para impedir uma reunião de trabalhadores.
Vamos dar continuidade e ampliar a campanha contra a criminalização da luta dos trabalhadores e chamamos todos os sindicatos, entidades dos movimentos sociais, partidos e organizações democráticas a repudiar este crime contra a organização sindical e democrática da classe trabalhadora.
CAMARADAS A RESPONSABILIDADE DESTE ATENTADO É DA PETROBRAS, DA CUT E DA ECOVAP. VAMOS INICIAR UMA CAMPANHA EXIGINDO PUNIÇÃO DE TODOS OS RESPONSAVEIS.
MANDAMOS NOVAS NOTICIAS AMANHA
Um abraço!!!!!
sábado, 2 de agosto de 2008
| Campanha Nacional |
| OAB recebe denúncias da Conlutas e de sindicatos sobre criminalização dos movimentos sociais |
Representantes de vários movimentos sociais e de centrais sindicais estiveram reunidos dia 31.07 com o presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Cezar Britto, e fizeram uma série de denúncias que indicam a tendência cada vez maior de criminalização, em todo o Brasil, dos atos praticados pelos movimentos sociais em representação às suas categorias. "Estamos chegando cada vez mais próximos de um estado policial no Brasil, onde a solução parece ser cadeia pra todo mundo", afirmou Britto, lembrando que também os advogados têm sentido o problema na pele, tendo seus atos criminalizados quando da defesa de clientes. Entre as denúncias relatadas pelos representantes sindicais estão decisões judiciais aplicando multas exorbitantes contra a realização de assembléias e atos públicos em frentes a fábricas, vedação de distribuição de folders e material convocatório para reuniões e punições contra greves já realizadas, além de demissões em massa por parte das empresas. Um caso que chamou a atenção foi a recente ação ajuizada e deferida em favor da General Motors, na planta de São José dos Campos (SP), em que foi proibida a circulação de membros sindicais nas fábricas para falar com os trabalhadores. "É inadmissível esse procedimento em pleno Estado Democrático de Direito. Há o direito de greve e o direito de livre representação. No entanto, nós não podemos aparecer nas portas das fábricas para falar com os sindicalizados", criticou o coordenador nacional do Conlutas, José Maria de Almeida, presente à reunião na sede da OAB. "A atitude da empresa poderia ser enquadrada como crime contra a organização do trabalho, mas, por mais perplexo que possa parecer, a empresa está resguardada porque obteve decisão judicial para agir assim", complementou. Entre os relatos que mais chamaram a atenção está, ainda, o da aplicação de multa milionária pedida pela Embraer contra o Sindicato dos Metalúrgicos, pela distribuição de panfletos em frente às fábricas. "Essa multa sangra os cofres sindicais em 30% todos os meses", afirmou o advogado da Conlutas, Aristeu César Pinto Neto. Os relatos foram entregues em um dossiê ao presidente nacional da OAB, que se colocou à disposição das entidades para debater e auxiliar na tomada de providências, políticas e judiciais, a fim de driblar a tendência de criminalização dos movimentos sociais. Para tanto, foi marcada uma nova reunião (às 10h do dia 27 de agosto) entre dirigentes da OAB e as centrais sindicais com o objetivo de organizar um amplo seminário sobre o tema, a ser realizado em Brasília. Na oportunidade, Britto lembrou que também a XX Conferência Nacional dos Advogados abordará a questão em um de seus painéis, tendo como tema principal "Estado Democrático de Direito x Estado Policial - Dilemas e Desafios em Duas Décadas de Constituição". Por OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) A reunião, na sede do CF da OAB, contou com a presença de diversas entidades sindicais. Entre elas, a Conlutas, o ANDES-Sindicato Nacional, o Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos, do Sindipetro AL/SE, a Apeoesp, o Comando de Negociação da Obra de Ampliação da REVAP, DCE da UNB.
A Conlutas está organizando uma campanha nacional contra a criminalização dos movimentos no Brasil.
Conlutas |
terça-feira, 22 de julho de 2008
CONLUTAS RN
Companheiros, companheiras!
A empresa ADS demitiu o companheiro Júnior Flávio, membro da Oposição Vigilante.
A maioria da direção do Sindicato dos Vigilantes, grupo encabeçado por Ribeiro, se omite e mantém um silêncio cúmplice com a empresa no caso da demissão e perseguições da empresa ADS.
A Oposição Vigilante e a Conlutas/RN convocam as entidades, oposições, movimentos e ativistas para UM GRANDE ATO NA PORTA DA EMPRESA.
O ato ocorrerá nesta segunda-feira, dia 21 de julho, às 9 horas da manhã. O endereço da empresa ADS é: Rua Djalma Maranhão, 2018, Nova Descoberta - Natal - RN (próximo ao 7º BECOM - Quartel do Exército em Nova Descoberta)
ATO DOS TRABALHADORES VIGILANTES CONTRA A EMPRESA ADS
- Reintegração do companheiro Júnior Flávio!
- Contra a inversão dos horários de trabalho dos dirigentes da Oposição vigilante!
- Chega de perseguições e demissões contra os trabalhadores!
- Abaixo a direção pelega do sindicato encabeçada por Ribeiro!
Calendário de atividades e mobilizações da Oposição Vigilante:
21/julho - Ato na porta da empresa ADS
22/julho - Audiência no TRT, às 8h20, sobre o caso da demissão de Júnior Flávio
25/julho - Plenária Oposição Vigilante (às 19h no Sindsaúde), pauta:
- Acertos com os apoios da Oposição Vigilantes/RN para a Assembléia do dia 1º de agosto, no Sindsaúde.
Solicitamos, ainda, as entidades uma ajuda financeira (ou combustível) para uma viagem de mobilização nos dias 24 e 25 de julho. As cidades que serão percorridas serão: Macau, Alto do Rodrigues, Pendências, Guamaré, Açú e Santa Cruz. (falar com Rosália).
Saudações Com lutas!
Conlutas/RN
terça-feira, 15 de julho de 2008
Cláudio Renato da Costa é representante do Sindicato dos Trabalhadores Técnicos Administrativos da Universidade Federal do Pará. Alda Catarina Olivier é militante do CPERS, o sindicato dos trabalhadores e trabalhadoras em educação do Rio Grande do Sul. Uma extensão de terra que parece não acabar nunca divide as suas realidades, mas a condição comum de trabalhadores os une. Da mesma forma, suas lutas se diferenciam nas peculiaridades e urgências de suas distintas categorias, mas se aproximam em uma concordância que não deixa de ser urgente: superar o capitalismo é preciso. Alda e Cláudio são delegados no 1° Congresso da Conlutas e falaram sobre as lutas específicas, a luta conjunta, o papel da Conlutas e os próximos passos depois do Congresso. Confira os depoimentos:
___Horizonte maior“A questão da carreira, o vencimento básico e a luta contra a possibilidade apontada pelo governo de criação das fundações de direito privado nos hospitais universitários, com ameaça de demissão em massa dos trabalhadores fundacionais, são os desafios urgentes e específicos da categoria. Mas essas questões, principalmente as salariais, são cíclicas, não são suficientes para a emancipação do trabalhador. Precisamos de um horizonte maior, que é o de derrotar o sistema capitalista e construir o socialismo para uma vida plena. Nesse sentido, nós vemos na Conlutas uma nova ferramenta de luta dos trabalhadores, capaz de organizar essa necessária luta de maior pretensão sem esquecer das lutas imediatas. O nosso sindicato se desfiliou da CUT , via plebiscito, pela compreensão de que ela não mais representa os interesses dos trabalhadores. Estou achando esse congresso muito positivo, dá para ver que há um avanço nas lutas”.Cláudio Renato da Costa, Sindicato dos Trabalhadores Técnicos Administrativos da Universidade Federal do Pará_____Momento especial“O CPERS é um sindicato de grandes proporções, é o segundo maior do Brasil e um dos maiores da América Latina. Nosso primeiro desafio é sempre a questão salarial. O piso salarial do governo Lula é uma afronta. Outro desafio específico, e muito grande, é o enfrentamento do governo Yeda, que se revelou a governadora mais autoritária da história do Rio Grande do Sul, de causar inveja à época da ditadura. A Conlutas é de fundamental importância para a retomada das lutas do CPERS porque ela surge como uma alternativa para os trabalhadores frente às traições da CUT. Estamos vivendo um momento especial no sindicato, com a vitória da Chapa que a Conlutas compõe com outras correntes na eleição que ocorreu nos últimos dias, para a diretoria do sindicato. O nosso desejo é que não somente a Conlutas faça parte da diretoria do CPERS, mas que o CPERS venha a ser uma grande parte da Conlutas. Acreditamos na Conlutas porque ela representa um rompimento com o capitalismo. Os trabalhadores que acreditaram que era possível transformar e melhorar a vida por dentro do capitalismo foram cooptados e, eles sim, transformados pelo capital. Daqui, vamos levar à base do CPERS todas as discussões importantes. Acho fundamental, por exemplo, difundir o debate de combate à homofobia e à discriminação racial, porque ainda há muito preconceito nas escolas”.
conlutas 1º congresso
Acesse aos links abaixo e confira vídeos com os resumos dos três primeiros dias de debates do 1° Congresso Nacional da Conlutas.vídeo 1: http://br.youtube.com/watch?v=IR6tGCX7dSIvídeo 2: http://br.youtube.com/watch?v=hA99pdUrkvEvídeo 3: http://br.youtube.com/watch?v=4-PgaUNPrSg
O 1° Congresso da Conlutas, que termina hoje, promoveu uma grande quantidade de encontros que fortalecem a construção de uma alternativa combativa para a luta dos trabalhadores.Exemplo disto é a unidade que começou a ser constituída durante o evento entre trabalhadores metalúrgicos do Brasil e da Alemanha. Uma delegação composta por oito trabalhadores da fábrica da Volkswagen de Hannover, na Alemanha, e representantes dos trabalhadores das fábricas da GM de Gravataí/RS e de São José dos Campos/SP, da Ford de Camaçari/BA, da oposição da Volks de São Bernardo do Campo e Taubaté compartilharam de suas lutas, desafios, conquistas e começaram a construir um combate conjunto à exploração comum.As discussões aconteceram nas conversas no decorrer do congresso e em uma reunião realizada neste domingo, no horário do almoço.Mesma exploração, mesma luta“Nós estamos aqui porque as condições de trabalho nas fábricas da Alemanha são péssimas. Viemos confrontar as realidades e descobrir como são as condições aqui e quais as alternativas que os trabalhadores daqui estão buscando para combater a situação de superexploração”, explicam os metalúrgicos alemães, todos da base do IGMetall, o sindicato dos metalúrgicos da Alemanha, que conta com a filiação de mais de 90% dos funcionários da Volks.Os representantes da oposição do Sindicato dos Metalúrgicos de Gravataí, Marlon Ripel Alves e André Branco, colocam que os trabalhadores da GM de Gravataí, além do desafio de derrotar a retirada de direitos empreendida pela empresa, têm ainda outra situação a enfrentar, conforme denuncia Marlon: “O sindicato [filiado à Força Sindical], é tendencioso a favor da empresa e tem um relacionamento muito próximo com o empresariado local”.A delegação alemã ouviu dos companheiros brasileiros algumas conquistas que estão sendo construídas aqui. “Estamos impressionados com o progresso da luta dos trabalhadores da GM daqui”, dizem os alemães, referindo-se à vitória do Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos contra o banco de horas da GM e à criação da Associação dos Portadores de Doenças Ocupacionais e Vítimas de Acidentes de Trabalho do Rio Grande do Sul, obra dos trabalhadores da GM de Gravataí.“A ADAT nasceu devido à organização dos trabalhadores, do descontentamento com as posturas do sindicato e da necessidade de criar um órgão para a gente começar a se organizar”, conta Marlon. "Além de dar amparo ao trabalhador com doença ocupacional, pretende organizar os trabalhadores de CIPAS para fazer oposição não só na categoria dos metalúrgicos, mas também em outras categorias, como borracha, transporte, comerciários, etc., para alavancar uma ação mais ampla dos trabalhadores combativos”.Os metalúrgicos de Hannover estão empolgados com a possibilidade de levar a idéia da ADAT para sua categoria: “Achamos a criação da ADAT maravilhosa e queremos introduzir essa idéia na nossa base e depois expandir isso para outras fábricas”.“Nossa intenção é levar as discussões que aqui tivemos para os trabalhadores da Alemanha e, com essas idéias, tomar parte nas decisões dos conselhos deliberativos de fábrica, a fim de fortalecer a luta por saúde e melhores condições de trabalho”."A política de ataques da patronal atinge todos os trabalhadores, sempre com o objetivo de reduzir direitos e aumentar a exploração. A luta que travamos recentemente na GM de São José é um exemplo disso. Por isso, consolidar uma unidade internacional entre os trabalhadores e globalizar as lutas é fundamental", afirma o diretor do Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos, Vivaldo Moreira.O papel da ConlutasOs metalúrgicos gaúchos acreditam que as experiências que levarão do congresso contribuirão bastante para a organização dos trabalhadores em Gravataí, ampliando os debates na fábrica e também o horizonte.“A Conlutas tem papel fundamental na luta da construção do socialismo em nível regional, nacional e mundial”, acredita Marlon. “Achamos esse movimento que a Conlutas está construindo muito importante e esperamos que a Conlutas se internacionalize e atue, principalmente, nos demais países da América Latina”, torcem os alemães.A luta continua, agora mais forteSeja Brasil ou Alemanha, GM ou Volks, todos são unânimes: o desafio urgente de suas categorias é derrotar a ganância das empresas que, em nome do lucro sem fim, exigem o máximo de produtividade em detrimento da saúde e dos direitos dos trabalhadores. Para André, “a globalização da exploração capitalista precisa ser combatida com a globalização da luta dos trabalhadores. Não adianta unificar a luta somente em um país, a descentralização das montadoras e outros ramos de atividades capitalistas é muito grande na atualidade”.“Vamos continuar lutando, em contato com os colegas do Brasil e os colegas de outros países que quiserem se unir para que possamos resolver esses problemas que nos são comuns”, prometem os alemães. Os trabalhadores de Gravataí receberam um convite para ir à Alemanha em 2009, para acompanhar o andamento do trabalho dos companheiros de luta.

